Bye Two Thousand Eight!

Pois é, e mais um ano acabando… lembro que fiz uma singela lista ano passado, com meus planos, acho legal ver no que deu.

1) Pós Graduação - Win! Comecei o curso e tô gostando bastante!
2)Reciclagem Idiomática - Mais ou menos, Mas meu ingles/espanhol continuam dignos


3)Idiomas Novos -
FAIL. Falta de tempo, o que ocasionou em FAIL em vários outros

4)Rugby - FAIL, mas quase win. A equipe nem rolou, e eu fisicamente estou uma droga. Mas consegui jogar tenis razoavelmente bem esse ano.

5)Acompanhar a cena underground do futebol - Acho que apesar de tudo, WIN.

6)Voltar com Banda - (sem contar com grupo da igreja) Nem rolou, mas tudo indica que 2009 AGORA VAI!

7) Freelas - FAIL (como o item 3 citou)

8)Grupos de discussão -Não consegui fazer essas reuniões, mas ainda tenho MUITA VONTADE. Porém, consegui fazer uns projetos maneiros!

9)Tomar Perder vergonha na cara - Melhorei MUITO, estou muito melhor que ano passado

10)Ampliar o público deste humilde blog - FAIL. Ver item 3 também. Acabei meio q abandonando o blog por uns meses.

Consegui algo bem em torno da metade,  enfim, foi um ano bem digno pra mim, haha!

E um bom 2009 pra todos! Espero  daqui a pouco (leia-se 1/1) postar a retrospectiva, já que agora não tô com tempo, =P

Acordar do coma, Oficina g3 e espírito natalino

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Pois é, faculdade, trabalho e trocentas coisas me fizeram deixar este blog meio em coma, e infelizmente perdi até o costume de logar aqui e escrever. Pois bem, Este blog acordando do coma logo após o natal! :D

E o espírito natalino fez acordar não só este blog, creio eu, mas uma certa banda que estava (pelo menos pelo meu ponto de vista) bem adormecida.

Lá pelos meus 13 anos, diferentemente da maioria dos meus amigos que conheciam estas bandas bem mais cedo, (pois antes era de uma igreja EXTREMAMENTE tradicional, onde bandas de pop cristão eram duramente condenadas) começo a ouvir uma música que me agradava legal: Magia Alguma. E aí, Novos Céus. E depois a clássica Espelhos mágicos. E depois a mais clássica ainda Naves Imperiais. E caboom, Oficina G3 se tornou minha banda favorita (mas só gostava do acústico, minha cabeça ainda não aceitava aquelas guitarras distorcidas do capeta).

Pois bem, o tempo passou. E a banda foi ficando cada vez mais estranha, cada vez mais estrelinhas, e o pior, assinaram com a gravadora que tem ligações que não dão um… digamos, testemunho muito exemplar, tratando como ídolos e celebridades, artistas que na teoria eram “servos de Deus” e “levitas”. E o som, cada vez mais similar ao de uma boy band.

E depois do cd Humanos eu parei de acompanhar qualquer coisa relacionada à banda (apesar de ir em alguns shows pois ainda proporcionava uma diversão garantida :P) pois o som do “Humanos“, “Além do que os olhos podem ver” e do “Eletrakústica” (q?!) me davam agonia suprema, tanto nas músicas quanto nas letras (e eu tinha virado um metaleiro unTr00 from heaven, mas isso é outra história).

E surge o final de 2008. Oficina lança novo CD - O Depois da Guerra. Nem dei muita bola, apesar dos comentários positivos.  Até que um amigo meu me convence a ouvir: “novo vocalista, canta muito, cd pesado, etc”. E creio que o espírito natalino afetou a banda com a bondade que eles fizeram de não errar a mão desta vez. Musicalmente o CD está MUITO melhor que os 4 anteriores. Investiram em algo técnico e pesado, mas sem tanta frescura sem feeling, e com um vocalista fantástico! Curti bastante, apesar que não sei se chega ao nível do álbum “Indiferença”. Já as letras… não sei ainda prefiro o “Abra o vidro do seu coração/O amor gera atitudes/Comece a agir chega de falar/só com palavras não se pode mudar” (Indiferença/Indiferença)  que “A cada dia mato um leão/A unção de Deus está em mim”(Meus próprios Meios/Depois da Guerra).

Aliás, não sei se trocaria o Indiferença por este novo álbum. Não tem como comparar, são duas coisas diferentes. Mas pelo menos é algo positivo esta ‘volta’ do Oficina G3. Só espero que eles não continuem sendo tratados como um KLB gospel, porque isso gera MUITA vergonha alheia!

Ô BRAZIU, DA VERGONHA PRA EU NÃO FI

Bicho, se tem algo que essa final da F1 me irritou foi o “clubismo” (ou pilotismo, sei lá) dos brasileiros. Na boa, ficar criticando SERIAMENTE o Glock, como se ele fosse o ÚNICO responsável pelo vice do massa, beira ao ridículo, na boa!

A Ferrari deu suas cagadas (e que cagada!) em corridas anteriores, houveram MUITOS outros fatores que fizeram com que a diferença entre o inglês e o Massa fosse baixa até chegar o GP do Brasil.

E aí pegam um cara, que não tinha nada a ver com a treta, que já estava sendo ultrapassado já por meio mundo antes, que já tava com o carro sem condição de continuar firme na corrida,  e vem falar que ele “recebeu graninha da Ferrari?”

MIMIMI O FBI A MAÇONARIA E A CIACOMPRARAM A F1 PRO HAMILTON BRASIL MAIS UMA VEZ PREJUDICADO SOMOS MELHORES MAS OS OUTROS NÃO DEIXAM BUÁ!

Sério galere, noção de ridículo não faz mal pra ninguém!

Cumprindo o Ide numa bolha?


Estes dias na Escola Dominical, estávamos discutindo sobre a atitude e comportamento dos cristãos fora da igreja (edifício). E eis que um garoto, jogou a idéia de que é inconcebível a atitude de um cristão ouvir música ’secular’, argumentando que nós somos “separados do mundo”.

Não irei discutir agora se a propagação desta idéia é uma estratégia de marketing maléfica das gravadoras “gospel” e blá blá blá. E sim discutir como esta mentalidade de querer se isolar (principalmente na cultura) do resto do mundo prejudica (e muito) a Igreja e a sua compreensão da sociedade e do mundo.

Manifestações artísticas refletem a visão do artista diante da vida, do mundo, enfim, das coisas que estão ao seu redor. Músicas que mostram o desespero do ser humano diante das dificuldades, que o faz até tentar encontrar solução por meio da idolatria, que mostram as mancadas que a igreja fez (sim senhor,  não se esqueça que igreja é feita por pessoas, que erram demais, e às vezes acaba tendo na frente gente corrupta). Através de algumas letras, podemos ver como nós somos visto do lado de fora, podemos entender certos aspectos culturais de um povo, e assim vai.

E esse isolamento ainda acaba empobrecendo tecnicamente e culturalmente as manifestações artísticas criadas por cristãos, já que elas são criadas  dentro de um ambiente isolado de tudo e todos (ambiente também chamado de bolha religiosa).

Infelizmente, boa parte dos cristãos entende música como algo elevado, superior a outras coisas, principalmente pelo fato de mexer com o emocional -  o que acaba sendo confundido com o espiritual. Ou seja: é permitido assistir eventos esportivos ’seculares’, estudar em escolas ’seculares’, ir a palestras profissionais ’seculares’… Mas quando a música ou outras manifestações que lidam com os sentidos… ela tem que ser passada por esta estranha peneira.

 Principalmente, na situação atual, é completamente sem lógica essa separação festa desta maneira. Porque não podemos  ouvir bandas ’seculares’, mas  podemos ouvir E cantar cópias descaradas de bandas ’seculares’? Porque não podemos cantar musicas ’seculares’ tradicionais dos EUA, mas podemos cantar hinos com a mesma melodia?

Cristo disse: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.” (Jo: 17:15) - Não compartilhamos (pelo menos não devíamos compartilhar) de valores morais da sociedade, movida principalmente pelo egoísmo e pelo individualismo. Porém nós estamos vivendo neste mundo. O que devemos é nos fortalecer nEle, e procurar não se influenciar negativamente com o meio externo. Não adiantará NADA se preocupar em evangelizar o mundo todo se o cidadão se tranca numa bolha religiosa. Não adiantará em nada, não vai andar!

Você nota que sua cidade tá indo longe demais na campanha quando…

Bom, isso pode ser notado quando 3 carros com jingles de campanha no ultimo volume passam na sua rua, enquanto você está se concentrando como um maluco para resolver seus problemas…

Ou quando você vê um candidato a vereador em versão boneco gigante.

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Tenso viu…  Ainda bem que estamos na reta final dessa propagandaiada

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